PSDB recebe Serra com meta


Ordem é mostrar união e esforço de Aécio Neves por tucano paulista
Da redação oTempo online
A cerimônia preparada pelo PSDB mineiro para recepcionar José Serra em Belo Horizonte é apenas o primeiro passo da estratégia eleitoral da legenda no Estado. Os tucanos mineiros querem vitória dupla: Antonio Anastasia na Cidade Administrativa e Serra no Palácio do Planalto. E para isso trabalham com uma meta ousada: 2 milhões de votos de frente sobre a adversária petista Dilma Rousseff em Minas.
A sigla não vai aceitar traição. O primeiro sinal foi a advertência que o ex-governador Aécio Neves deu a dois prefeitos de sua base de apoio que prestigiaram a visita de Dilma a Ouro Preto, no início do mês.
"O governador quis dar uma sinalização que servisse de exemplo aos mineiros antes de a pré-campanha começar. Não vamos ter tolerância com dissidências", diz o secretário geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro. Segundo ele, haverá "integração total" entre as campanhas de Serra e Anastasia.
Vice dos sonhos da cúpula e da base do PSDB para fortalecer a chapa presidencial, Aécio quer mostrar que, disputando o Senado como deseja, pode fazer muito pela vitória de Serra no Estado. Por isto mesmo, fez questão de preparar um "ato grandioso" para recepcionar o pré-candidato tucano em Minas, com a presença de cerca de 300 dos 856 prefeitos mineiros. Será o primeiro movimento concreto de Aécio em favor de Serra.
Diferente. A orientação de evitar reuniões político-partidárias nesta fase inicial e priorizar o contato de Serra com representantes da sociedade civil e populares Brasil afora não vale para Minas.
A ordem é mobilizar a base política de Aécio para superar a frustração com a desistência do mineiro na corrida sucessória. "Temos que mostrar com muita clareza que tínhamos um plano ‘A’, que era o Aécio, e agora temos o plano ‘B’, que é o Serra", explica o presidente do PSDB mineiro, deputado Nárcio Rodrigues, certo de que o ex-governador de Minas sairá desta eleição como "senador mais votado do Brasil e o líder da maior bancada estadual e federal do partido no Congresso".
Levantamentos do partido mostram que Serra já está à frente de Dilma em Minas. Uma das razões que Aécio alega para recusar a vice é exatamente a necessidade de "pegar Anastasia pela mão" e rodar o Estado para fazer o sucessor.
"Aécio à frente da campanha presidencial no Estado é a garantia de um palanque sólido e da convergência de forças em favor de Serra", aposta o deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB). "Aécio vai garantir uma boa vantagem de votos sobre o PT", acredita o deputado. (com agências)
A sigla não vai aceitar traição. O primeiro sinal foi a advertência que o ex-governador Aécio Neves deu a dois prefeitos de sua base de apoio que prestigiaram a visita de Dilma a Ouro Preto, no início do mês.
"O governador quis dar uma sinalização que servisse de exemplo aos mineiros antes de a pré-campanha começar. Não vamos ter tolerância com dissidências", diz o secretário geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro. Segundo ele, haverá "integração total" entre as campanhas de Serra e Anastasia.
Vice dos sonhos da cúpula e da base do PSDB para fortalecer a chapa presidencial, Aécio quer mostrar que, disputando o Senado como deseja, pode fazer muito pela vitória de Serra no Estado. Por isto mesmo, fez questão de preparar um "ato grandioso" para recepcionar o pré-candidato tucano em Minas, com a presença de cerca de 300 dos 856 prefeitos mineiros. Será o primeiro movimento concreto de Aécio em favor de Serra.
Diferente. A orientação de evitar reuniões político-partidárias nesta fase inicial e priorizar o contato de Serra com representantes da sociedade civil e populares Brasil afora não vale para Minas.
A ordem é mobilizar a base política de Aécio para superar a frustração com a desistência do mineiro na corrida sucessória. "Temos que mostrar com muita clareza que tínhamos um plano ‘A’, que era o Aécio, e agora temos o plano ‘B’, que é o Serra", explica o presidente do PSDB mineiro, deputado Nárcio Rodrigues, certo de que o ex-governador de Minas sairá desta eleição como "senador mais votado do Brasil e o líder da maior bancada estadual e federal do partido no Congresso".
Levantamentos do partido mostram que Serra já está à frente de Dilma em Minas. Uma das razões que Aécio alega para recusar a vice é exatamente a necessidade de "pegar Anastasia pela mão" e rodar o Estado para fazer o sucessor.
"Aécio à frente da campanha presidencial no Estado é a garantia de um palanque sólido e da convergência de forças em favor de Serra", aposta o deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB). "Aécio vai garantir uma boa vantagem de votos sobre o PT", acredita o deputado. (com agências)

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