PSDB vai ampliar e aperfeiçoar o Bolsa Família e os outros programas sociais
Sérgio Guerra diz que discurso do governo é puro terrorismo
Paula Sholl

Senador Sérgio Guerra (PE)
Brasília (16) - Em entrevista à TV UOL nesta quinta-feira, o Senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, destacou, mais uma vez, que o partido não pretende acabar com o Bolsa Família. Muito pelo contrário. O PSDB pretende aperfeiçoá-lo e ampliá-lo ainda mais.
Guerra também fez uma avaliação da sucessão presidencial, da pré-candidata do PT, Dilma Roussef, sobre a vice na chapa do PSDB à presidência, campanha em Pernambuco e futuro político.
"O discurso de que o PSDB quer acabar com o Bolsa Famíliaé mentira, demagogia. Aqui no Brasil, este tipo de programa para o desenvolvimento sustentável começou no governo do Fernando Henrique Cardoso, a dona Ruth, inclusive, teve um papel muito importante nisto", disse Guerra, completando "O mérito de Lula foi ampliá-lo e nós faríamos a mesma coisa, potencializaríamos o programa. É terrorismo puro afirmar que o PSDB acabaria com o programa. ".
Para Sérgio Guerra, o discurso da base governista, de uma forma geral, já está batido, como a questão das privatizações e a "separação de classes no país". "O que tinha que ser privatizado, já foi. O governo continua com essa conversa porque favorece a eles. É a mesma coisa de dizer que vamos acabar com o Bolsa", contou "Essa coisa de dizer que eles são do povo, nós dos ricos, eles dos trabalhadores, nós da elite... Uma velha conversa que não tem pé. Muito menos começo", afirmou.
Sobre Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência, o senador disse que ela não tem história, não tem currículo e não convence ninguém. "Tudo o que Dilma pode dizer é que o Lula falou. Ela não nenhum tipo de preparação, desconhecimento total das pessoas, da política, dos problemas. Ela nunca liderou nada. Não pode pensar que vai governar o país e que isso vai dar certo", disse.
AÉCIO E FHC
Questionado pelo jornalista Fernando Rodrigues sobre o papel de Aécio Neves e Fernando Henrique Cardoso na campanha e de quem será o vice-candidato na chapa presidencial, Sérgio Guerra informou que Aécio é fundamental, tem convergência e será importante na eleição de Minas Gerais.
"O discurso de que o PSDB quer acabar com o Bolsa Famíliaé mentira, demagogia. Aqui no Brasil, este tipo de programa para o desenvolvimento sustentável começou no governo do Fernando Henrique Cardoso, a dona Ruth, inclusive, teve um papel muito importante nisto", disse Guerra, completando "O mérito de Lula foi ampliá-lo e nós faríamos a mesma coisa, potencializaríamos o programa. É terrorismo puro afirmar que o PSDB acabaria com o programa. ".
Para Sérgio Guerra, o discurso da base governista, de uma forma geral, já está batido, como a questão das privatizações e a "separação de classes no país". "O que tinha que ser privatizado, já foi. O governo continua com essa conversa porque favorece a eles. É a mesma coisa de dizer que vamos acabar com o Bolsa", contou "Essa coisa de dizer que eles são do povo, nós dos ricos, eles dos trabalhadores, nós da elite... Uma velha conversa que não tem pé. Muito menos começo", afirmou.
Sobre Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência, o senador disse que ela não tem história, não tem currículo e não convence ninguém. "Tudo o que Dilma pode dizer é que o Lula falou. Ela não nenhum tipo de preparação, desconhecimento total das pessoas, da política, dos problemas. Ela nunca liderou nada. Não pode pensar que vai governar o país e que isso vai dar certo", disse.
AÉCIO E FHC
Questionado pelo jornalista Fernando Rodrigues sobre o papel de Aécio Neves e Fernando Henrique Cardoso na campanha e de quem será o vice-candidato na chapa presidencial, Sérgio Guerra informou que Aécio é fundamental, tem convergência e será importante na eleição de Minas Gerais.
Sobre FHC e os boatos de que o PSDB esconde o ex-presidente, o senador tratou de por fim à história. "O partido não existe sem o FHC. Ele está em nosso DNA", afirmou. Ao falar sobre o vice, Guerra disse que não será Aécio e que a conversa em torno do tema será com Democratas (DEM) em concordância aos demais partidos que compõe a chapa, a exemplo do PPS. "A escolha atenderá a todo o conjunto", resumiu.
SENSUS
Ao avaliar a pesquisa do Sensus, divulgada no dia 14/04, o senador Sérgio Guerra, presidente do PSDB, foi direto. "O instituto é ligado a irregularidades, a maquiar números. Nós não levamos a sério. O resultado deles é no mínimo estranho", enfatizou.
COMPARAÇÃO ENTRE GOVERNOS
"Eles não vão mandar na gente, não tem histórico para isso. Há pontos positivos e nós reconhecemos", disse. "Mas o tamanho do que não É positivo é enorme. As instituições estão mal, a democracia vai mal. Ninguém sabe o que Dilma fala. E quando fala, é besteira", completou.
FUTURO POLÍTICO
SENSUS
Ao avaliar a pesquisa do Sensus, divulgada no dia 14/04, o senador Sérgio Guerra, presidente do PSDB, foi direto. "O instituto é ligado a irregularidades, a maquiar números. Nós não levamos a sério. O resultado deles é no mínimo estranho", enfatizou.
COMPARAÇÃO ENTRE GOVERNOS
"Eles não vão mandar na gente, não tem histórico para isso. Há pontos positivos e nós reconhecemos", disse. "Mas o tamanho do que não É positivo é enorme. As instituições estão mal, a democracia vai mal. Ninguém sabe o que Dilma fala. E quando fala, é besteira", completou.
FUTURO POLÍTICO
"Em Pernambuco, nós temos aliança com o PMDB. Será uma campanha disputada. O Lula tem feitos lá. Todos atrasados. E será o senador Jarbas Vasconcelos no Governo, eu e Maciel para o senado, como foi em 2002. E Jarbas assumindo será, como sempre foi, um ótimo administrador", finalizou o Sérgio Guerra.

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