Serra lançará plano de governo em Curitiba na semana que vem

O candidato tucano evitou polemizar sobre a participação do senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná, na campanha. Cogitado para função de candidato à vice-presidente na coligação, Dias acabou preterido pelo deputado carioca Índio da Costa, do DEM. "Infelizmente havia determinado entendimento que se frustrou, mas não foi por culpa do Álvaro, nem minha, nem do DEM, nem de ninguém, foi outro tipo de problema. Álvaro se comportou muito dignamente e vai estar, sem dúvida, me ajudando na campanha", disse.
Sobre o candidato a vice-presidente, ele classificou como "um homem jovem, dinâmico e que liderou o projeto de lei Ficha Limpa. Aprendi a admirá-lo vendo entrevistas em programas de televisão. Foi uma bela escolha."
Sem comentar a recente pesquisa eleitoral publicada pelo Datafolha, que aponta pequena liderança de Serra, ele negou notícias divulgadas hoje na imprensa de que assinaria uma espécie de "carta de compromisso" garantindo a continuidade dos programais socias do atual governo. "Não vejo porque fazer isso, até porque estou na origem de muitos desses programas sociais. Quem diz o contrário está plantando boatos, fazendo calúnias e terrorismo."
Decepcionado com a eliminação do Brasil na Copa do Mundo, o tucano afirmou estar "triste, chateado e frustrado". "Deixo meu abraço solidário aos jogadores. é hora de viver a tristeza, mas com consciência de que o Brasil vai pra frente. Vamos comemorar o hexacampeonato no Maracanã."
Na primeira visita ao Norte do Paraná durante a atual campanha presidencial, ele assistiu à derrota do Brasil para a Holanda no centro de eventos de um hotel, acompanhado de tucanos da região e, ainda, centenas de correligionários.

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