Razões do Blog


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quarta-feira, 2 de junho de 2010

O apedeuta está cada dia mais insano, prepotente e irresponsável

Fecomercio diz que declaração de Lula sobre impostos é "descabida"



Da Redação, em São Paulo

A Fecomercio (Federação do Comércio de São Paulo) distribuiu nota oficial em que criticadeclarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em defesa de impostos altos. A entidade diz que o governo faz "gastança pública" e considera "descabida" e "absurda" a posição do presidente a favor dos impostos.
"É equivocada e descabida a manifestação do presidente Lula, na qual ele disse que, para haver um Estado forte, é necessário que o país tenha carga tributária elevada", diz a nota. 
“A avaliação do presidente da República apenas reforça uma característica marcante do governo ao longo dos últimos anos: não colocar nenhum freio na gastança pública e penalizar o empresário com uma carga tributária extorsiva para cobrir as despesas ineficientes. É um absurdo”, afirma o diretor-executivo da Fecomercio, Antonio Carlos Borges, segundo o documento divulgado pela entidade. 
O diretor afirma que um Estado arrecadador não é sinal de fortalecimento. “Nosso Estado é obeso, ineficiente, sem nenhuma musculatura.”
“Podemos usar a mesma base comparativa do presidente e comparar a atuação do Estado brasileiro. De fato, temos uma carga tributária nivelada às economias centrais da Europa, dos Estados Unidos e do Japão, mas recebemos serviços na mesma qualidade dos países da América Central, onde o Estado não existe, segundo o presidente”, compara Borges. 
O presidente do Conselho de Planejamento Estratégico da Fecomercio, Paulo Rabello de Castro, propõe ao presidente Lula realizar um teste comparativo entre países por um período de dez anos.
“Desafio olharmos para um país com carga tributária de 40%, caso do Brasil, e outro com carga de 30% -uma carga mais realista para o padrão brasileiro. Daqui a dez anos, veremos qual dos dois se desenvolverá mais, terá maior distribuição de renda, melhor qualidade de vida e maior inserção global”, afirma. “Não tenho dúvida em afirmar que o de carga tributária menor estará muito a frente daquele que tributa mais.”

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