Padilha diz que Dilma tem papel de protagonista no governo
Ele rejeitou a crítica de FHC que afirmou que Dilma é um “boneco” de Lula.
Segundo o ministro, governo vai insistir na comparação com período FHC.
Segundo o ministro, governo vai insistir na comparação com período FHC.
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse nesta segunda-feira (8), após a tradicional reunião de coordenação de governo, que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, tem papel de protagonista na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi dada em resposta a um discurso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que chamou a pré-candidata do PT à Presidência da República de “boneco”.
“A ministra Dilma a cada dia supera desafios. Ela já superou o desafio de ser secretária de Fazenda do Rio Grande do Sul no começo dos anos 1980, superou o desafio de ser secretária de Minas e Energia também no Estado do Rio Grande do Sul, superou o desafio de ser a primeira ministra mulher de Minas e Energia do país, superou o desafio de ser a primeira ministra-chefe da Casa Civil no país. A cada dia ela vai superando desafios e reforça ainda mais o papel protagonista e ativo dela em relação ao nosso governo e ao que pode ser no futuro do país”, argumentou o ministro ao ser questionado sobre as palavras de FHC.

O ex-presidente fez os comentários durante discurso para prefeitos e governadores tucanos organizado pelo PSDB. Segundo ele, a ministra “é um boneco” que é “manipulada” pelo seu “ventríloquo” Lula.
Questionado sobre as críticas ao governo feitas por FHC em artigo publicado no jornal O Globo de domingo (7), no qual o ex-presidente diz não temer a comparação entre as gestões petista e tucana, Padilha disse que elas não foram comentadas na reunião de coordenação, mas defendeu esse tipo de disputa política.
“Acho que o esforço, o estímulo para comparação entre os dois governos já foi feito na outra eleição e nós certamente vamos fazer. O exercício da defesa do nosso governo também é comparar com os governos anteriores e enquanto a oposição não falar o que quer fazer para o Brasil daqui para a frente nós só temos que comparar com o que eles fizeram. A única coisa que foi dito é que querem acabar com o PAC, querem mudar meta de inflação, querem mexer na taxa de câmbio, querem rever juros. Vamos debater. A partir do momento que a oposição aparecer e mostrar o projeto que quer apresentar para o Brasil vamos comparar também com o futuro”, disse o ministro.
“A ministra Dilma a cada dia supera desafios. Ela já superou o desafio de ser secretária de Fazenda do Rio Grande do Sul no começo dos anos 1980, superou o desafio de ser secretária de Minas e Energia também no Estado do Rio Grande do Sul, superou o desafio de ser a primeira ministra mulher de Minas e Energia do país, superou o desafio de ser a primeira ministra-chefe da Casa Civil no país. A cada dia ela vai superando desafios e reforça ainda mais o papel protagonista e ativo dela em relação ao nosso governo e ao que pode ser no futuro do país”, argumentou o ministro ao ser questionado sobre as palavras de FHC.

O ex-presidente fez os comentários durante discurso para prefeitos e governadores tucanos organizado pelo PSDB. Segundo ele, a ministra “é um boneco” que é “manipulada” pelo seu “ventríloquo” Lula.
Questionado sobre as críticas ao governo feitas por FHC em artigo publicado no jornal O Globo de domingo (7), no qual o ex-presidente diz não temer a comparação entre as gestões petista e tucana, Padilha disse que elas não foram comentadas na reunião de coordenação, mas defendeu esse tipo de disputa política.
“Acho que o esforço, o estímulo para comparação entre os dois governos já foi feito na outra eleição e nós certamente vamos fazer. O exercício da defesa do nosso governo também é comparar com os governos anteriores e enquanto a oposição não falar o que quer fazer para o Brasil daqui para a frente nós só temos que comparar com o que eles fizeram. A única coisa que foi dito é que querem acabar com o PAC, querem mudar meta de inflação, querem mexer na taxa de câmbio, querem rever juros. Vamos debater. A partir do momento que a oposição aparecer e mostrar o projeto que quer apresentar para o Brasil vamos comparar também com o futuro”, disse o ministro.

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