Tucano destaca reação dos eleitores sobralenses
Mais um tucano foi à tribuna da Assembleia para reclamar da saída de Ciro da disputa pela sucessão de Lula
A retirada do nome do deputado federal Ciro Gomes (PSB) da disputa para a presidência da República ainda repercute entre os deputados na Assembleia Legislativa. Ontem, o deputado José Teodoro (PSDB), destacou a reação dos eleitores em Sobral. De acordo com o tucano, o sentimento na cidade é de "raiva, desilusão e frustração".
Teodoro afirma que a reação à retirada da candidatura de Ciro Gomes foi interpretada por muitos "como uma traição do presidente Lula ao seu principal e mais ilustre aliado, em Sobral". "Foi lá que ouvi a palavra covardia em relação ao que fizeram com Ciro Gomes, principalmente depois da notícia dada pela senadora Patrícia Sabóia, de que o presidente Lula teria assegurado que não trabalharia contra a candidatura do cearense", alega.
Teodoro analisa que a mudança do domicílio eleitoral de Ciro para São Paulo atendia a um objetivo eleitoral do PT e do presidente Lula, com a finalidade de fazer uma ofensiva ao PSDB paulista contra José Serra e Geraldo Alckmin. Depois da confirmação de que José Serra seria candidato à presidência, pelo PSDB, Teodoro acredita que Ciro já não servia mais aos interesses do PT e começou a ser incômodo, pois poderia atrapalhar a candidata da ministra Dilma Rousseff.
Assim como outros tucanos, Teodoro também acredita que Ciro é muito mais preparado do que a candidata do PT por ter ideias inovadoras e ser um político arrojado. Ele ainda pondera que por Ciro ser da base aliada de Lula, o discurso de continuidade do Governo com avanço "cairia como uma luva no seu perfil. E, claro, era uma ameaça à candidata Dilma, uma novata em disputas eleitorais", atesta.
Teodoro pontua que a decisão de tirar o nome de Ciro da disputa foi do PSB, mas lembra que o próprio parlamentar federal confirmou que sofreu forte pressão. "Disse que José Dirceu esteve na casa do governador Cid para afirmar claramente que se Ciro fosse candidato seria tratado como adversário, e que o PT não apoiaria a reeleição do governador", lembra.
A retirada do nome do deputado federal Ciro Gomes (PSB) da disputa para a presidência da República ainda repercute entre os deputados na Assembleia Legislativa. Ontem, o deputado José Teodoro (PSDB), destacou a reação dos eleitores em Sobral. De acordo com o tucano, o sentimento na cidade é de "raiva, desilusão e frustração".
Teodoro afirma que a reação à retirada da candidatura de Ciro Gomes foi interpretada por muitos "como uma traição do presidente Lula ao seu principal e mais ilustre aliado, em Sobral". "Foi lá que ouvi a palavra covardia em relação ao que fizeram com Ciro Gomes, principalmente depois da notícia dada pela senadora Patrícia Sabóia, de que o presidente Lula teria assegurado que não trabalharia contra a candidatura do cearense", alega.
Teodoro analisa que a mudança do domicílio eleitoral de Ciro para São Paulo atendia a um objetivo eleitoral do PT e do presidente Lula, com a finalidade de fazer uma ofensiva ao PSDB paulista contra José Serra e Geraldo Alckmin. Depois da confirmação de que José Serra seria candidato à presidência, pelo PSDB, Teodoro acredita que Ciro já não servia mais aos interesses do PT e começou a ser incômodo, pois poderia atrapalhar a candidata da ministra Dilma Rousseff.
Assim como outros tucanos, Teodoro também acredita que Ciro é muito mais preparado do que a candidata do PT por ter ideias inovadoras e ser um político arrojado. Ele ainda pondera que por Ciro ser da base aliada de Lula, o discurso de continuidade do Governo com avanço "cairia como uma luva no seu perfil. E, claro, era uma ameaça à candidata Dilma, uma novata em disputas eleitorais", atesta.
Teodoro pontua que a decisão de tirar o nome de Ciro da disputa foi do PSB, mas lembra que o próprio parlamentar federal confirmou que sofreu forte pressão. "Disse que José Dirceu esteve na casa do governador Cid para afirmar claramente que se Ciro fosse candidato seria tratado como adversário, e que o PT não apoiaria a reeleição do governador", lembra.

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