Razões do Blog


Este blog foi criado para apoiar a candidatura de José Serra à presidência do Brasil, por entendermos ser o candidato mais preparado, em todos os aspectos pessoais, políticos e administrativos. Infelizmente o governo assistencialista de Lula e a sua grande popularidade elegeram Dilma Rousseff.
Como discordamos totalmente da ideologia e dos métodos do PT, calcados em estatismo, corporativismo, aparelhamento, autoritarismo, corrupção, etc., o blog passou a ser um veículo de oposição ao governo petista. Sugestões e comentários poderão ser enviados para o email pblcefor@yahoo.com.br .

terça-feira, 4 de maio de 2010

Postura irresponsável do PT


LRF 10 anos: o voto contra do PT e a irresponsabilidade de Marta Suplicy


No dia 26 de janeiro de 2000, o PT disse NÃO pela primeira vez à Lei de Responsabilidade Fiscal, legislação que já começou a sanear as finanças públicas de todas as instâncias do Estado brasileiro.
Naquele dia, foi votada, na Câmara dos Deputados, a Lei de Responsabilidade Fiscal, considerada uma das mais avançadas e eficazes do mundo.
O PT arguiu a inconstitucionalidade da lei e tentou bloquear 37 dos seus quase cem dispositivos.
Vieram do PT as bravatas sobre o suposto engessamento que ela traria aos gastos sociais.
Vale lembrar o que disse o deputado Professor Luizinho (PT-SP), em 2000: “Somos contra a LRF desde sua elaboração, pois sua única função é engessar o orçamento de Estados e Municípios para pagamento da dívida interna, em detrimento dos gastos sociais”.
Para o PT, valia o contra-exemplo da gestão Marta Suplicy na Prefeitura de São Paulo – nunca se viu tanta irresponsabilidade nas contas públicas na história do País.
Fatos:
Marta afundou São Paulo em dívidas. Ao final da sua gestão, deixou restos a pagar de quase R$ 600 milhões. Para não ser presa, por conta das sanções previstas na LRF – que proíbe a transferência de dívidas para o sucessor –, cancelou empenhos, mais de 90% referentes a serviços já prestados.
O calote atingiu mais de oito mil prestadores de serviço à Prefeitura, de empresas de limpeza a fornecedores de material sanitário e merenda para as escolas. Algumas unidades da Prefeitura ficaram meses sem pagar contas de água e luz.
Nem mesmo a administração do malufista Celso Pitta, que a precedeu, considerado um dos piores prefeitos que São Paulo já teve, foi tão deletéria quanto a de Marta. Ao sair, ela deixou uma dívida quatro vezes maior do que a que recebeu.

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