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Por que voto no Serra

Reportagens e artigos relacionados com a política e a administração pública do Brasil, onde se procura adotar uma postura oposicionista consciente e responsável ao governo do PT.

Razões do Blog


Este blog foi criado para apoiar a candidatura de José Serra à presidência do Brasil, por entendermos ser o candidato mais preparado, em todos os aspectos pessoais, políticos e administrativos. Infelizmente o governo assistencialista de Lula e a sua grande popularidade elegeram Dilma Rousseff.
Como discordamos totalmente da ideologia e dos métodos do PT, calcados em estatismo, corporativismo, aparelhamento, autoritarismo, corrupção, etc., o blog passou a ser um veículo de oposição ao governo petista. Sugestões e comentários poderão ser enviados para o email pblcefor@yahoo.com.br .

terça-feira, 1 de junho de 2010

Escândalo na campanha de Dilma


O GLOBO: Campanha de Dilma entra em crise após descoberta de suposto dossiê contra Serra 
 
Por Gerson Camarotti, Maria Lima, Jailton de Carvalho e Roberto Maltchik
O comando da campanha presidencial da petista Dilma Rousseff trabalhou nas últimas horas para tentar abafar uma crise que poderia ter consequências explosivas. No meio de uma disputa interna de poder, entre o grupo do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel e o do deputado estadual Rui Falcão (SP), foi abortado um suposto dossiê, cujo alvo principal seria Verônica Serra, filha do pré-candidato tucano, José Serra.
Na campanha de 2006, petistas comandaram a tentativa de compra de um falso dossiê contra o mesmo Serra, que disputava o governo de São Paulo, no caso que ficou conhecido como o escândalo dos aloprados do PT – como os petistas presos com quase R$ 2 milhões em dinheiro vivo para comprar o suposto dossiê foram chamados pelo presidente Lula.
Agora, a suposta elaboração e circulação de um dossiê contra a filha de Serra pôs em situação delicada o jornalista Luiz Lanzetta, sócio da Lanza Comunicação, empresa contratada pela campanha de Dilma. Reportagem da revista “Veja” desta semana revelou que houve uma tentativa, que teria partido do grupo de Lanzetta, de montar na campanha do PT um esquema de espionagem de adversários e até de correligionários.
Ao GLOBO, integrantes da campanha de Dilma confirmaram a queda de braço entre Pimentel e Rui Falcão, mas negaram o esquema de espionagem. Pimentel teria sido o responsável pela contratação de Lanzetta, que conheceu em 2008, por meio do deputado Virgílio Guimarães (PT-MG), durante a campanha de Márcio Lacerda (PSB) para a prefeitura de Belo Horizonte.
Empresa é investigada pelo TCU e pela CGU
Na ocasião, Lanzetta trabalhava em parceria com o empresário Benedito Oliveira Neto, da Dialog, uma empresa de eventos de Brasília investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria Geral da União (CGU) por participação em licitações suspeitas. Esse é outro motivo de desconforto no comando da campanha do PT.
Benedito se tornou uma figura frequente na mansão do QI 5 do Lago Sul, onde está instalado o bunker de comunicação e internet da campanha de Dilma – diante da crise dos últimos dias, cogitou-se, inclusive, desmontar a casa. Bené, como é conhecido, ganhou projeção nacional e chamou a atenção da Justiça em fevereiro de 2009, depois de faturar R$ 1,2 milhão do Ministério das Cidades para organizar um encontro de prefeitos com o presidente Lula.
A assessoria de Dilma negou nesta segunda-feira a participação de Bené na campanha. Informou que o aluguel da casa foi feito pela Lanza e pela Pepper Comunicação. E que todas as passagens aéreas de especialistas americanos em internet que assessoraram a campanha foram pagas pelo PT. O marqueteiro americano Scott Goodstein teria estado antes no país com passagens pagas por Benedito, mas a assessoria de Dilma diz que isso não foi de responsabilidade do partido.
Em relação à elaboração do suposto dossiê contra a filha de Serra, a assessoria afirmou que Dilma não tem conhecimento disso.
- Bené é sócio de Lanzetta (em outra empresa). Os dois trabalharam juntos na campanha do Márcio Lacerda. Foi quando o Pimentel os conheceu. Essa casa não é a mansão do PT; foi alugada pela empresa de comunicação. E Bené não é Marcos Valério. Além disso, o pai dele tem a maior gráfica do Centro-Oeste – disse Virgílio.
O clima entre os petistas é de desconfiança mútua entre os grupos de Falcão e de Pimentel. Oficialmente, Falcão é o coordenador de comunicação da campanha, mas ainda estaria tentando assumir, de fato, a função. Ele tenta emplacar na equipe Valdemir Garreta, que foi secretário de Marta Suplicy na Prefeitura de São Paulo.
- Minha empresa (SX Comunicação) já dá apoio ao PT nacional. Antes mesmo de o Rui ir para a campanha. Não há atrito com Lanzetta, isso é ruído de comunicação – disse Garreta.
Além da disputa por poder, preocupa os estrategistas do PT a presença de Bené no entorno da campanha de Dilma. Relatório preliminar da CGU confirma irregularidades em contrato do Ministério das Cidades com a Dialog Comunicação. Entre as supostas ilegalidades descobertas por auditores estão o pagamento por serviços não executados e prorrogação indevida do contrato. No fim do ano passado, a CGU cobrou explicações sobre as supostas irregularidades e recomendou a imediata suspensão do contrato com a Dialog. A partir das respostas do ministério, a CGU fará o relatório definitivo. O contrato já está suspenso.
O TCU também determinou a suspensão da ata que amparava contratos sem licitação da Dialog com outros órgãos do governo federal.
Pelas investigações da CGU, a Dialog ofereceu preços abaixo do custo para ganhar a licitação no Ministério das Cidades. Depois de firmado o contrato, teria usado de artifícios para recuperar o prejuízo e ampliar as margens de lucro. A prática seria conhecida com “jogo de planilhas”. Entre os indícios de irregularidades estão “aceitação e contratação de proposta com preços manifestamente inexequíveis”, diz trechos do relatório da CGU a que o GLOBO teve acesso. O relatório informa ainda que o ministério atestou e pagou “por serviços não executados”.
Fundada em 2004, a Dialog desenvolveu rapidamente uma importante e lucrativa relação com o governo. Dois anos depois da sua criação, deu os primeiros passos em contratos firmados com os ministérios das Cidades e da Cultura no valor de R$ 15 mil. Um ano mais tarde, a empresa já faturava mais de R$ 6,5 milhões em serviços prestados a órgãos públicos. Em 2008, o faturamento quadruplicou: 26,6 milhões. O ano decisivo para a Dialog foi 2009. A empresa quase dobrou seu faturamento e alcançou contratos de serviços terceirizados na ordem de R$ 42 milhões. Neste ano, apesar dos contratos suspensos, a Dialog recebeu R$ 1 milhão dos Ministérios da Cultura e Cidades. Procurado pelo GLOBO, Benedito não retornou ao pedido de entrevista.

Postado por P B Lima às 13:03 Nenhum comentário:
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PMDB de MS apoiará Serra

Puccinelli:PMDB prefere Serra e pode se insurgir contra a cúpula


Valdelice Bonifácio


O governador André Puccinelli (PMDB) adiou novamente a decisão sobre as eleições presidenciais. Hoje, durante evento na Praça do Rádio Clube, informou que anunciará sua escolha até 12 de junho, data da convenção nacional do PMDB. Porém, admitiu que a maioria partido local prefere José Serra (PSDB) ao invés da petista Dilma Rousseff, embora não haja definição. Outra revelação importante é que o PMDB de Mato Grosso do Sul não aceitará imposição da nacional para apoiar a candidata do PT. “Se houver fechamento [nacional] nos insurgiremos”, afirmou durante entrevista coletiva.Conforme o governador, “insurgir” quer dizer votar contra a orientação nacional na convenção do partido. O PMDB nacional depende dos votos dos diretórios estaduais para aprovar a aliança com o PT. O diretório de MS até concorda em votar pela aliança com os petistas nacionalmente, desde que fique livre para apoiar José Serra no Estado.
Puccinelli mencionou que, tradicionalmente, o PMDB nunca fez fechamento de questão, pois sempre respeitou as opiniões diferentes da cúpula. O governador quer discutir o assunto com o presidente da Câmara Federal, Michel Temer (PMDB), indicado para vice de Dilma. Ele deve cumprir agenda em Mato Grosso do Sul, mais precisamente em Nova Andradina, no dia 7 de junho (segunda-feira), onde haverá um evento político.
“Agora querem fazer o fechamento de questão usando a consulta do Eduardo Cunha [PMDB/RJ] ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral]? Não sei. Vamos conversar sobre isso. Se houver fechamento lá nós nos insurgiremos (...) Isso se refere tanto a nós do Estado, quanto a Campo Grande”, mencionou.
Sob o orientação de Temer, o deputado Eduardo Cunha estaria tentando arrancar do tribunal uma resposta que ratifique o entendimento de que o princípio da fidelidade partidária desautoriza a infidelidade na campanha.
Ou seja, os diretórios estaduais podem até se coligar com partidos de oposição nos Estados. Mas não podem fazer a campanha de Serra. Significa dizer que os diretórios estariam proibidos de levar o nome de Serra ao horário de rádio e TV do partido. Tampouco poderiam mencioná-lo nas publicações de campanha. A propaganda eletrônica e impressa teria de prestigiar a chapa nacional: Dilma-Temer.
Na data da vinda de Temer ao Estado, André, inclusive estará cumprindo agenda em Ponta Porã, mas promete se esforçar para ir ao encontro do presidente da Câmara Federal e passar a limpo as questões partidárias.
A decisão do governador, após vários adiamentos, era esperada para o final de maio. O PSDB, inclusive, só aguarda a sinalização do apoio a Serra para trazê-lo ao Estado e realizar evento no qual a parceria seria consagrada. A ideia era realizar o evento entre 8 de 10 de junho. O governador afirma que o PSDB, por enquanto, não marcou nenhuma data com ele e que ainda não conversou pessoalmente com José Serra sobre a possível parceria.
O governador mencionou ainda que não se sente atrasado em sua decisão, uma vez que o próprio PMDB nacional pode adiar sua convenção nacional. "Se o PT não resolver o impasse em Minas Gerais, o PMDB pode adiar a convenção nacional, hora marcada para dia 12", argumentou, reiterando que tomará sua decisão antes da convenção nacional.
Em MG, os petistas insistem em emplacar a candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, ao governo mineiro o que abriu nova crise com o PMDB. Em represália, uma ala do partido ameaça votar contra a aliança com Dilma para a Presidência.




Postado por P B Lima às 12:51 Nenhum comentário:
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Campanha de Serra no RS

DEM e PPS querem PTB em palanque de José Serra no Estado
Aliança pró-tucano pode levar PPS a apoiar Lara
Deputado federal Vilson Covatti (PP) confirmou inscrição ontem à tarde Fredy Vieira/JC
Deputado federal Vilson Covatti (PP) confirmou inscrição ontem à tarde Foto: Fredy Vieira/JC
Os presidentes estaduais do DEM, deputado federal Onyx Lorenzoni, do PPS, deputado estadual Berfran Rosado, e do PTB, deputado estadual e pré-candidato ao Palácio Piratini Luís Augusto Lara, decidiram em reunião na tarde de ontem investir na formação de um palanque para o candidato do PSDB ao Planalto, José Serra.
O presidente do DEM gaúcho irá agendar um encontro com o presidente nacional dos tucanos e coordenador da campanha de Serra, senador Sérgio Guerra, e os presidentes nacionais do DEM, deputado federal Rodrigo Maia, do PTB, Roberto Jefferson, e do PPS, Roberto Freire, para avaliar a possibilidade de os partidos defenderem a candidatura de Serra no Estado.
"Estamos fazendo um esforço para trazer para o Serra um partido que tem força na região", avalia Onyx. A meta de DEM e PPS, que já garantiram palanque ao tucano, é trazer o PTB gaúcho para o bloco. "Nossa intenção é ter a presença de Serra para sacramentar essa aliança", projeta Onyx. O presidente estadual do DEM, partido que já está ao lado do PTB gaúcho na tentativa de eleger Lara, acredita que o alinhamento a Serra confirma a união com o PPS. "A aliança está cada vez mais consolidada e esse acerto é um indicativo muito forte que estamos alinhados", observa o democrata.
O PTB nacional só irá formalizar sua posição nas eleições em 18 de junho, durante a convenção do partido. "A questão da formação do bloco está praticamente certa. DEM e PPS escolheram Serra e nossa executiva vai opinar a respeito", avalia Lara.
O candidato ao Piratini, no entanto, não descarta que a tentativa das executivas estaduais do PPS e do DEM de atraírem o PTB para o palanque de Serra influencie na decisão nacional. "A união pode representar mais espaço na TV", observa.
Lara acrescenta que a coligação entre DEM PPS e PTB para a Câmara dos Deputados "está certa", mas que a aliança para a Assembleia Legislativa "ainda passa por ajustes". "Estamos mapeando o potencial de votos dos candidatos nas regiões para não coincidir".
O candidato do PTB ao Piratini acredita que a aliança nacional pode facilitar o arranjo no plano estadual. "A partir do momento em que a aliança for formada, vamos alavancar as candidaturas e as diferenças ficarão pequenas", aponta.

PP escolherá vice de Yeda na próxima segunda-feira

Terminou às 18h de ontem o prazo estabelecido pelo PP para inscrição de candidatos à vaga de vice-governador na chapa encabeçada pela governadora Yeda Crusius (PSDB). Quatro progressistas se apresentaram: o deputado federal Vilson Covatti e os vereadores Jordão Oliveira (Entre-Ijuís), Élio Amaral (Cruz Alta) e Eduardo Macluf (Pelotas).
A escolha do vice ocorrerá na próxima segunda-feira, a partir das 14h, através de votação do diretório estadual, que possui 150 membros. Último a se inscrever, Covatti chegou à sede do PP em Porto Alegre às 17h25min na companhia do filho, Luís Antônio Covatti.
"Vamos discutir as opções internamente e sair unidos", declarou o parlamentar. Apesar de não confirmar a intenção de disputar o Palácio Piratini em 2014, Covatti sinalizou que o caminho para isso acontecer é ao lado de Yeda. "A governadora vai fazer sim o seu sucessor, mas isso dependerá de ela continuar fazendo um bom governo com a nossa colaboração."
Ao ser questionado sobre o impacto de uma possível candidatura do deputado progressista Jerônimo Goergem à vaga de vice, Covatti lamentou a ausência do colega na disputa. "Quanto mais gente se inscrever, significa que mais pessoas acreditam no projeto e na reeleição da governadora", disse. Ele descartou a existência de discordância no partido. "Todos os movimentos do PP têm manifestado apoio à minha candidatura."
O parlamentar avalia que a retirada de seu nome da nominata do PP para à Câmara dos Deputados não trará prejuízos ao partido. "Nossa meta é ampliar a bancada federal, que já possui cinco integrantes", projeta, acrescentando que a coligação PP-PSDB deve eleger dez deputados federais.



Postado por P B Lima às 12:49 Nenhum comentário:
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SC: Serra deverá realizar reunião com os líderes que o apoiam

Lideranças do PSDB, PMDB e DEM podem ter encontro com José Serra

Conversa estaria sendo articulada pelo ex-governador Luiz Henrique da Silveira

A terça-feira começou com a expectativa da confirmação de um encontro dos representantes da tríplice aliança com o presidenciável José Serra (PSDB), em São Paulo. A conversa estaria sendo articulada pelo ex-governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) na esperança de reaglutinar a tríplice aliança que garantiu sua reeleição em 2006.

Até as 11h30min, Eduardo Pinho Moreira (PMDB), Raimundo Colombo (DEM) e o governador Leonel Pavan (PSDB) ainda aguardavam alguma informação concreta sobre a reunião.

Moreira, presidente estadual do PMDB, está em São Paulo, mas segundo ele, por outros motivos, e diz não ter informações sobre o encontro com Serra.

Na segunda-feira, Moreira reuniu-se com o deputado Michel Temer (PMDB-SP), que deve ser confirmado como vice de Dilma Rousseff (PT), e deixou aberta a possibilidade de aliança com os petistas em Santa Catarina.

Já o governador, segundo sua assessoria, está em Florianópolis despachando. Ele também ainda não teria informações sobre o encontro com Serra.

Na noite de segunda-feira, Pavan jantou com os prefeitos e vices do PSDB. O tucano fez um relato das negociações da tríplice aliança e também falou sobre a conversa que teve à tarde com o presidente nacional da sigla, senador Sérgio Guerra.

Segundo o governador, Guerra teria pedido para que Pavan agisse com cautela sobre a decisão de ser ou não candidato à reeleição e que trabalhe por um palanque único para José Serra no estado.

— Como posso abrir mão de uma candidatura que nunca tive? — disse Pavan aos tucanos, destacando que até agora o único partido da tríplice aliança que cumpriu os acordos foi o PSDB, que não lançou candidaturas, ao contrário do DEM e do PMDB.

Raimundo Colombo também está em Florianópolis. Ele afirmou que não tinha confirmação da reunião com Serra e que não havia decidido se iria ou não ao encontro.

Segundo o senador, a expectativa era que a conversa com o tucano tivesse ocorrido na segunda-feira, o que não aconteceu.

— Ainda estou avaliando se irei a esta reunião, porque tenho uma agenda a cumprir e há muita indefinição na confirmação do encontro. Não sei quem está articulando esta conversa — assinalou.
DIÁRIO CATARINENSE
Postado por P B Lima às 12:47 Nenhum comentário:
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Serra comenta a relatividade das pesquisas

Serra reafirma que nunca pediu para Aécio ser vice: 'nunca fiz pressão'

Sérgio Roxo (O Globo)

SÃO PAULO - O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, disse que "nunca fez pressão" para o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves aceitar ser o vice de sua chapa. Na semana passada, o mineiro reafirmou que irá disputar uma vaga no Senado .
- O Aécio tem credencial para se candidatar a tudo, praticamente, no Brasil. Ele decidiu que a melhor forma de contribuir, inclusive para a nossa vitória, é sair para senador. Nunca fiz pressão nem para um sentido nem para o outro -disse Serra, ao participar do programa "É Notícia", da Rede TV, que foi ao ar na noite de domingo.
O Aécio tem credencial para se candidatar a tudo, praticamente, no Brasil. Ele decidiu que a melhor forma de contribuir, inclusive para a nossa vitória, é sair para senador
Perguntado se havia falado com Aécio sobre a dobradinha, respondeu:
- (Se já conversei) pedindo ao Aécio que fosse (o vice)? Nunca.
Para o pré-candidato do PSDB, a escolha do vice é um assunto que deve ser tratado com todo o cuidado.
- Nunca publicamente defendi nenhuma chapa. Não entro nos comentários porque negócio de vice é complicadíssimo. Se você perguntar: o senhor gostaria de um candidato de olhos azuis. Eu digo, na verdade, eu prefiro verde. Aí sai no jornal: Serra veta vice de olhos azuis, mesmo sem ter vetado.
Na avaliação de Serra, a definição do seu companheiro de chapa não pode ser tratada como uma questão vital para o sucesso da candidatura.
- As pessoas falam (sobre o Aécio ser o vice) e eu ouço. Digo: acho que é o Aécio que tem que resolver. Até porque se não fica uma coisa assim: parece que uma candidatura, para ganhar ou perder, depende de um vice, o que não é fato. Nós não achamos isso, que não implica que não haja pessoas mais ou menos adequadas para vice.
Na campanha, o tucano também minimizou o impacto que a queda na avaliação do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), seu aliado político, possa ter na sua campanha. Ele negou ser padrinho do democrata.
- Não, eu não fui padrinho do Kassab. Ele tem idade, já é grandinho, para eu ter sido padrinho. Agora, você pega o Lula que hoje está com uma avaliação excepcional e chegou a ter perto de 30% de ruim e péssimo e melhorou. A Marta Suplicy sempre teve uma rejeição altíssima. Na vida pública, essas coisas vão e vem. Confio que o trabalho da prefeitura, que é muito positivo, possa se refletir. Agora não esqueçamos também que São Paulo teve as chuvas mais prolongadas desde que se tem memória, 50 dias. Isso traz um desgaste meio inevitável.


Postado por P B Lima às 12:44 Nenhum comentário:
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Partidos da situação não estão tão coesos


Partidos que apoiam Dilma têm reunião tensa em Brasília


RANIER BRAGON
DE BRASÍLIA
Os partidos aliados em torno da pré-candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência patrocinaram uma tensa reunião na noite desta segunda-feira. Segundo relatos, houve reclamação de falta de apoio do PT a aliados nos Estados, ameaça de adiamento da convenção nacional do PMDB por causa da situação em Minas e até cobrança de liberação de verbas federais para as emendas dos congressistas.
Participaram do encontro, em um hotel de Brasília, o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais), o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, e representantes do PMDB, PP, PC do B, PDT e PRB.
O principal assunto foi a divergência entre PT e PMDB para a montagem da chapa em Minas. Ficou decidido que após ficarem prontas as pesquisas encomendadas pelas duas legendas, haverá reunião no domingo, em Minas, para que haja a escolha entre os nomes de Hélio Costa (PMDB) e Fernando Pimentel (PT).
Caso isso não aconteça, a palavra final será dada pela direção nacional das duas legendas na segunda-feira, dia 7. Os peemedebistas afirmam que essa é a data limite e pressionam pelo nome de Costa, ameaçando inclusive adiar a convenção nacional da legenda que no dia 12 deve oficializar o apoio a Dilma.
Integrantes do PT, entretanto, argumentam que a ameaça é apenas uma forma de pressão e que não há risco para a aliança. Apesar disso, houve relatos na reunião de que Pimentel, um dos coordenadores nacionais da campanha de Dilma, estaria "tensionando" a situação.
O deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE), pré-candidato ao Senado, também abordou a questão do seu Estado e chegou a levantar a voz contra os petistas, reclamando da manutenção da candidatura de José Pimentel (PT) ao mesmo posto, situação que ele trabalha para eliminar.
Além das divergências PT-PMDB, houve reclamações generalizadas de que o governo não estaria liberando recursos para as obras que os congressistas aliados incluem no Orçamento. Padilha teria dito que a coalizão é grande e que não dá para controlar tudo de uma tacada só.
Até o nanico PRB reclamou. Seus integrantes disseram que o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) está sendo abandonado. Ele ficou sem lugar para disputar a reeleição na chapa do governador Sérgio Cabral (PMDB), já ocupada por PT e PMDB. A solução estudada é alocá-lo na chapa de Anthony Garotinho (PR).
No campo das possíveis "boas notícias" para Dilma, o deputado Mario Negromonte (PP-BA) disse que a legenda deverá apoiar a petista formalmente, mas isso também foi visto com reservas por petistas e peemedebistas, que dizem acreditar mais na neutralidade da legenda.

Postado por P B Lima às 06:53 Nenhum comentário:
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Marina Silva também condena os exagerados gastos governamentais


Marina critica "inchaço" da máquina pública e defende corte de gastos para conter inflação

Do UOL Eleições
Em São Paulo

Em entrevista para o UOL Eleições, a presidenciável Marina Silva (PV) criticou o "inchaço" na máquina pública e defendeu o corte de gastos governamentais como forma de combater a inflação no lugar do aumento de juros. "Existe uma máquina gigante que precisa ser o tempo todo alimentada. Por que não olhar para ela e combinar eficiência e redução de gasto? É preciso fazer isso, de modo que não se subtraia recursos de onde não pode, como saúde e educação", afirmou a pré-candidata. "A máquina é inchada sim; por que a gente não pensa na profissionalização do Estado brasileiro? O Estado precisa ser aperfeiçoado", disse.
A senadora foi questionada sobre a exportação de petróleo do pré-sal. "Não se pode negar", disse a senadora, que o combustível "é uma "fonte de riqueza importante". "Infelizmente a humanidade não pode abrir mão porque ainda não há um substituto, mas deve trabalhar para renunciar o mais rápido possível a essa fonte de energia", afirmou. "A riqueza que será gerada [com a exportação do pré-sal] tem de ser usada em programa sociais, mas principalmente na pesquisa para que esse combustível seja substituido".

Marina mostrou-se favorável ao adiamento da aprovação das novas regras para a distribuição dos royalties do pré-sal. "A discussão dos roylaties deveria ficar para depois das eleições, porque hoje isso leva o Brasil a discutir uma política de ocasião", disse. "Como é algo interamente novo, o regramento é novo; ele tem que atender aos Estados que são tradicionalmente beneficiados, mas os benefícios tem que ser estendidos para o resto do país", afirmou a presidenciável, em alusão à necessidade de conceder royalties para mais Estados além daqueles que extraem o combustível.
O empresário Eike Batista, figura proeminente no setor de petróleo e considerado o homem mais rico do Brasil, perguntou a pré-candidata verde se ela seria a favor de uma matriz energética baseada na exportação do combustível fóssil e no consumo interno de etanol. "Será que é possível criar uma bolha verde para o Brasil e proteger o país de uma bolha de CO² lá de fora?", retrucou. "Eu não sou cientista, mas é a primeira vez que eu vejo um conceito tão esdrúxulo de verde. As emissões afetam o mundo inteiro, aonde quer que elas aconteçam, e mesmo que nós pudessemos nos proteger, eu estaria muito preocupada com as outras pessoas do planeta", criticou.

PV e PT
Marina filiou-se ao PV em 2009, depois de sair do PT, partido do qual foi uma das fundadoras. Ela garantiu que, apesar de recém chegada, sente-se bem na nova agremiação. "Me sinto confortável como me sentia no PT naquilo que era o meu raio de atuação. Dentro do PT eu pertencia ao grupo político que lidava com a questão sociambiental. Nós nos comportamos como uma sociedade de pensamento", afirmou. "Eu sempre conversei com PSDB, DEM, todos os partidos para aprovar projetos da agenda ambiental. Esse recorte está muito ligado à velha política", disse.
Provocada sobre o respaldo do presidente Lula a seus projetos no ministério do Meio Ambiente enquanto esteve à frente da pasta, a acriana considerou que "para algumas coisas [o apoio] foi suciente, e para outras não". "Tanto é que eu saí", disse. "Conseguimos diminuir o desmatamento da amazônia. Isso parecia uma coisa impossível. E nós de cara percebemos que não tinha como tratar aquilo de forma isolada; no ano passado saímos de 27mil km par 7mil km² por causa do nosso programa. Ninguém conseguiria isso sem o apoio do presidente Lula", ponderou.
Postado por P B Lima às 06:46 Nenhum comentário:
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Osmar Dias lidera no Paraná


PR: Osmar Dias (PDT) 44,75% x 34% Beto Richa (PSDB)

Dados colhidos pela Daubermann Pesquisas de 19 a 21 de maio indicam que o senador Osmar Dias (PDT) é líder isolado na disputa pelo governo do Paraná com 44,75% das intenções de voto. O 2° colocado, Beto Richa (PSDB), tem 34%.

O atual governador, Orlando Pessuti (PMDB) aparece em 3°, com 9,25%. Em seguida, Rubens Bueno (PPS) tem 9,5% e Nedson Micheleti (PT), 4,75. Indecisos somam 12% dos entrevistados.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Registrada no TRE-PR com o n° 10186/2010, a sondagem ouviu 400 eleitores do município de Cascavel.


Postado por P B Lima às 04:49 Nenhum comentário:
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Aeroportos no limite operacional: incompetência do governo Lula

Aeroportos não suportam crescimento do Brasil, diz Ipea

Blog do Fernando Rodrigues

após Copa e Olimpíadas, movimentação nos aeroportos do país não retornará aos níveis anteriores

soluções para o problema só surtirão efeitos em, pelo menos, 3 décadas, diz especialista

nos períodos de pico, 10 dos principais aeroportos do país recebem 252 pedidos de pouso e decolagem, mas só conseguem atender a 193


A tendência internacional de expansão da aviação civil também vale para o Brasil, mas o país precisa tomar providências para que a possibilidade de crescimento não dê lugar a um colapso, adverte o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em estudo divulgado hoje (31.mai.2010).

Para o instituto, a infraestrutura aeroportuária brasileira está saturada e impede o setor aéreo nacional de crescer no ritmo da demanda. Mesmo com a crise, cita o estudo, o setor cresceu em 2009. Em outubro, por exemplo, o número de passageiros transportados aumentou 40% com relação ao mesmo mês de 2008. Em novembro, a alta foi de 38,4%.

O estudo explica a tendência de crescimento com fatores como o aprimoramento dos aviões (que levam mais passageiros a um custo menor), gestão mais eficiente das empresas aéreas, aumento da população urbana e inclusão da classe C entre usuários do transporte aéreo, informa o repórter do UOL, 
Fábio Brandt.

No entanto, a falta de clareza na definição das prioridades de investimento da Infraero (estatal que controla 97% dos aeroportos do país), faz com que as melhorias mais urgentes nos aeroportos não sejam feitas no tempo necessário, afirma o Ipea.

O resultado desse descompasso entre investimento e demanda aparece em um dos gráficos incluídos no documento: todos os dias, nos períodos de pico, 10 dos principais aeroportos brasileiros recebem 252 pedidos de pouso e decolagem por hora, mas só conseguem atender a 193.




O trabalho do Ipea também frisa que o Brasil tem a 2ª maior rede aeroportuária do mundo (com 4.263 aeroportos e aeródromos, atrás dos EUA, com 14.497) e, apesar disso, seu fluxo de passageiros, carga e aeronaves não aparece nem entre os 10 maiores:




Agravante à situação é que a demanda por pouso e decolagem no Brasil será reforçada pela Copa do Mundo de 2014 e pelos Jogos Olímpicos de 2016. “Presidentes e gestores de empresas aéreas afirmaram, em recente congresso da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), que após o Brasil sediar os dois eventos, a movimentação nos aeroportos não retornará aos níveis anteriores”, relata o estudo.
PropostasO estudo apresenta 5 alternativas para o problema de infraestrutura aeroportuária no Brasil. Mas todas elas já deveriam ter sido tomadas há pelo menos 2 décadas, diz o economista Josef Barat, um dos responsáveis pelo trabalho.

“O problema agora é recuperar o tempo perdido. Isso demanda investimentos vultosos e é um planejamento para 30 ou 40 anos”, afirma Barat. As medidas a serem tomadas visam fazer com que a distribuição de recursos seja feita “de acordo com o que a demanda e a segurança exigem em termos de terminais, pátios, pistas e sistemas de aproximação e proteção ao voo”.

As propostas são:

1) abrir o capital da Infraero para aumentar o controle de auditoria externa nos gastos da empresa e diminuir a influência político-partidária em seu funcionamento;

2) organizar a administração dos aeroportos dividindo-os em “rentáveis” e “não rentáveis” e distribuí-los para novas concessionárias submetidas à Infraero. Assim, pretende-se garantir que o transporte aéreo não estará apenas submetido a fatores de mercado, pois é um serviço publico;

3) transferir a concessão dos poucos aeroportos rentáveis à iniciativa privada. Assim, o Estado se concentra em investir, rapidamente e com segurança, nos aeroportos não rentáveis.

4) construir de novos terminais em aeroportos saturados. A solução pode ser tomada, segundo o Ipea, inclusive, com parcerias público-privadas (PPP).

5) incumbir a iniciativa privada de construir novos aeroportos onde é necessário, via PPP ou  concessão simples, para competir com a rede da Infraero e estimular a modernização dos aeroportos brasileiros.


Postado por P B Lima às 03:31 Nenhum comentário:
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Ciro Gomes de volta

De volta à cena, Ciro recebe mimo de Lula: R$ 6,6 mi

  Pedro Ladeira/FolhaCiro Gomes (PSB-CE/SP) está de volta. Excluído do tabuleiro presidencial, ele havia tomado chá de sumiço em 29 de abril.

Pedira licença na Câmara. Sem remuneração. E refugiara-se nos EUA. Retornou ao Brasil no sábado (29), informa sua assessoria.

Não tem agenda definida para os próximos dias. Como o período de licença já expirou (30 dias), espera-se que dê as caras no Congresso.

Lula, que ajudou a empurrar Ciro para fora do tabuleiro sucessório, providenciou para o “aliado” um mimo monetário.

Mandou liberar a verba de uma emenda que Ciro pendurara no Orçamento. Coisa de 6,6 milhões.

Deve-se a informação aos repórteres Matheus Leitão e Lucas Ferraz.

Em notícia veiculada na Folha, a dupla informa que a liberação ocorreu em 21 de maio.

Oito dias antes do desembarque de Ciro no Brasil. Nessa data, aliás, o PSB federal, partido do ex-candidato, ratificou o apoio a Dilma Rousseff.

A emenda de Ciro, a única que ele apresentou no ano passado, tem destinação meritória.

O dinheiro vai ao caixa da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos, órgão do governo do Ceará, gerido pelo irmão Cid Gomes (PSB).

Destina-se ao financiamento de um sistema de radares capaz de monitorar as chuvas no território cearense.

O valor original da emenda é maior: R$ 10 milhões. Mas um pedaço (R$ 3,3 milhões) já havia sido liberado. Duas parcelas de R$ 1,7 milhão.

Antes de submergir, Ciro ostentava uma retórica belicosa. Pendurara no sítio que mantém na web um artigo acerbo desde o título: “Ao Rei tudo, menos a honra”.

Em entrevistas, dissera que, ao imaginar que “vai batizar Dilma presidente”, Lula “viaja na maionese”.

Referira-se ao PMDB, sócio majoritário da mega-coligação governista, como “um ajuntamento de assaltantes”.

Repisara a tecla de que, sob Lula, a parceria PT-PMDB plantara um “roçado de escândalos”.

Dias atrás, depois de visitar Lula, em Brasília, o governador Cid Gomes disse que o irmão vai seguir a orientação do PSB. “Deve apoiar a Dilma”, afirmou.

Nesse contexto, a liberação da emenda é uma espécie de estímulo à fidelidade. Resta agora saber se um mês foi o bastante para dissolver os rancores do ex-presidenciável.
Escrito por Josias de Souza

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Propaganda do DEM

DEM tenta recuperar programas cassados pelo TSE na Bahia e Ceará

Débora Zampier
Da Agência Brasil

O Partido Democratas (DEM) se defendeu de duas acusações do PT que resultaram na suspensão de propagandas do partido na Bahia e no Ceará, no último dia 25. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Aldir Passarinho Junior, entendeu que as propagandas violaram a legislação ao veicular imagem de José Serra, pré-candidato do PSDB à Presidência da República, por ele não ser filiado ao partido.
O DEM alega que usou as imagens captadas no Encontro Nacional DEM, PSDB e PPS, que ocorreu no último dia 10 de abril, organizado e custeado pelos três partidos. Diz ainda que no evento nenhuma estrutura foi montada para a participação de José Serra no programa partidário da legenda, “muito menos com objetivo eleitoral”.
A defesa também argumenta que as inserções divulgavam ideários afins entre os três partidos e não caracterizavam propaganda eleitoral negativa contra o governador do estado, o petista Jaques Wagner.

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Lula tem que ser punido

Lula se defende de ação que pede multa de R$ 250 mil por propaganda antecipada

Débora Zampier
Da Agência Brasil


Os advogados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentaram nesta segunda-feira (31) a defesa em relação a uma representação do PSDB que pede multa de R$ 250 mil por propaganda eleitoral antecipada. Além de Lula, o PT e a pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff, são acusados de infringir a legislação eleitoral durante o programa petista veiculado no último dia 13.
A defesa de Lula argumentou que o presidente é seu filiado de maior destaque e que ele não infringiu a lei ao divulgar seus feitos no governo. Disse ainda que em nenhum momento as eleições deste ano foram citadas e que não houve pedido de votos.
Os advogados petistas disseram que a presença de Dilma serviu para “incentivar a participação feminina em ações políticas”. Segundo a Lei dos Partidos Políticos, a propaganda partidária gratuita também é destinada a promover e difundir a participação das mulheres na política, dedicando a elas um tempo mínimo de 10% no programa.
Para o PSDB, o programa fez "verdadeira apologia à pessoa de Dilma Rousseff, dedicando a integralidade dos seus dez minutos para exaltar o seu currículo, seus feitos administrativos e, além disso, disparar rasgados elogios ao governo comandado pelo presidente Lula”.
Além da multa, o PSDB pede a cassação da exibição de propaganda petista no segundo semestre de 2011. Uma decisão do TSE já cassou o horário do PT no primeiro semestre.
O procurador-geral Eleitoral, Roberto Gurgel, também pediu ao TSE a punição de Lula, Dilma e do PT pela exibição do programa do dia 13 de maio.

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